Existe um mito confortável de que o plano odontológico é um “extra” do plano de saúde. Algo que contratamos se sobrar dinheiro, dentro de uma hierarquia invisível em que o coração vem antes da gengiva, o estômago antes do dente, o joelho antes da boca.
A ciência, há pelo menos duas décadas, mostra o contrário.
Estudos reunidos pelo Conselho Federal de Odontologia indicam que infecções bucais estão diretamente associadas à endocardite infecciosa, à aterosclerose e ao infarto agudo do miocárdio.
A inflamação crônica da periodontite eleva marcadores inflamatórios, como a proteína C-reativa, e contribui para a formação de placas nas artérias.
Pesquisas recentes apontam que doenças periodontais podem aumentar em até 20% o risco de eventos cardiovasculares, como infarto e AVC. Há evidências de que o tratamento periodontal reduz a recorrência desses eventos em pacientes com histórico clínico.
A relação entre saúde bucal e diabetes é bem estabelecida.
Pacientes com diabetes descompensado têm até três vezes mais chances de desenvolver gengivite e periodontite. O inverso também é verdadeiro. A doença periodontal dificulta o controle glicêmico e cria um ciclo progressivo de agravamento.
A Sociedade Brasileira de Diabetes, em sua diretriz mais recente, já inclui a saúde bucal entre os cuidados essenciais do paciente diabético. Boca seca, candidíase, cáries agressivas e perda dentária não são apenas sintomas isolados. Muitas vezes, são sinais precoces de complicações metabólicas e cardiovasculares.
Um bom plano odontológico inclui muito mais do que consultas de rotina:
O custo, em média, é uma fração do plano de saúde. Em muitos casos, é inferior ao valor de duas garrafas de cerveja. Ao contrário do plano médico, a cobertura odontológica costuma ter uso mais imediato, com menor tempo de carência na maioria dos produtos.
Em mais de quatro décadas assessorando famílias e empresas, aprendemos que a saúde bucal é um dos maiores gaps preventivos do planejamento brasileiro.
Não por falta de evidência. A ciência é ampla. O que existe é uma herança cultural em que o cuidado odontológico ainda é visto como algo secundário.
O corpo humano não funciona em compartimentos.
Uma inflamação na gengiva não fica restrita à boca. Ela circula, amplifica processos inflamatórios e, anos depois, pode se manifestar como um diagnóstico cardiológico, endocrinológico ou neurológico.
Do ponto de vista patrimonial, a equação é simples. Prevenção é o investimento de maior retorno em saúde e o de menor custo.
Na Castro & Vidigal, acreditamos que cuidar da boca é cuidar do coração. Nenhuma estrutura de proteção à saúde está completa enquanto essa camada estiver fora do radar.
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Castro & Vidigal: Inteligência estratégica em saúde para uma proteção que começa pela prevenção.
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