Durante muitos anos, o raciocínio de executivos e famílias de alta renda parecia simples: contratar um dos planos de saúde nacionais mais completos do mercado para garantir acesso a hospitais de referência, como Einstein e Sírio-Libanês. Embora as mensalidades fossem elevadas, esse investimento era visto como o preço da tranquilidade.
Hoje, sob a ótica do Wealth Management e de um planejamento financeiro mais eficiente, essa lógica merece ser revista.
O mercado de saúde suplementar no Brasil vem enfrentando forte pressão de custos. A inflação médica tem registrado índices elevados, com impacto direto sobre mensalidades, reajustes e condições dos contratos.
Um dos pontos que merecem atenção no modelo tradicional é utilizar a mesma estrutura para cobrir necessidades de naturezas muito diferentes.
Faz sentido pagar uma mensalidade elevada para cobrir, da mesma forma, uma consulta ou exame de rotina e uma internação de alta complexidade?
Recentemente, a Castro & Vidigal analisou a estrutura de saúde de uma executiva que investia cerca de US$ 28 mil por ano em um plano nacional de alto padrão. Sua principal preocupação, no entanto, não eram os gastos rotineiros, mas a proteção diante de uma doença grave ou de um tratamento de alta complexidade.
A solução? Redesenhar a estratégia a partir da separação desses riscos. Os custos de rotina (consultas e exames menores) passaram a ser administrados de forma particular ou via um plano nacional básico, enquanto os eventos de maior impacto financeiro (câncer, cirurgias complexas e internações prolongadas) foram transferidos para um Seguro Saúde com cobertura internacional, podendo ter uma franquia elevada (dedutível).
Com a nova estrutura, o custo anual da proteção foi reduzido para cerca de US$ 10 mil, mantendo uma cobertura voltada aos eventos de maior complexidade, de acordo com as condições da apólice contratada.
A lógica é simples: em vez de concentrar todos os gastos em uma única estrutura, avalia-se quais riscos podem ser absorvidos pelo próprio cliente e quais devem ser transferidos para o seguro.
Apólices com coberturas internacionais também podem oferecer acesso a redes e centros médicos em diferentes países, além de estruturas específicas de reembolso, franquias e renovação. As condições, no entanto, variam conforme produto, seguradora, perfil do segurado e contratação.
A Castro & Vidigal analisa diferentes alternativas para famílias e executivos, buscando estruturas de proteção alinhadas ao perfil, à rotina e às prioridades de cada cliente. Clique aqui e converse com os nossos especialistas e solicite uma avaliação.
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